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Saturday, March 5, 2011

O tempo

Invernos, impérios, mistérios, lembranças, cobranças, vinganças
Assim como a dor que fere o peito, isso vai passar também.
E todo medo, desespero e a alegria e a tempestade, a falsidade, a calmaria
E os teus espinhos e o frio que eu sinto, isso vai passar também.
Saudades, vaidades, verdades, coragem, miragens e a imagem no espelho
E os teus espinhos e o frio que eu sinto, isso vai passar, também.
Isso vai passar, isso vai passar, isso vai passar também.

Thursday, March 3, 2011

Tudo Passa





Chove lá fora e eu não tenho mais você
Quanta vontade de te ver
Saudade é a tempestade que fecha o verão
É o ultimo suspiro da paixão

Mas hoje eu sei
Que volta sempre o sol
E o escuro da noite vai clarear
E anunciar um novo amor

O tempo passa e com ele passa a dor
Pois tudo passa até o amor
Na companhia de um bom livro e um violão
Vou vivendo com a minha solidão

Mas hoje eu sei
Que volta sempre o sol
E o escuro da noite vai clarear
E anunciar um novo amor

Monday, February 28, 2011

Meu maior presente


Se eu olhar pra trás verei na minha estrada
As curvas e atalhos onde, às vezes, me perdi
E onde eu também achei  meu maior presente
Aquele que eu guardo e vivo a cada amanhecer
Foi Você quem deu ou quem soube, ao menos, me mostrar
Uma imensidão de cores no olhar
Foi Você quem leu o que já estava escrito em mim
E me ajudou a descobrir o amor que hoje eu levo dentro do meu peito
É o meu maior presente o amor que me faz cantar 
Que me leva a qualquer lugar, o amor

Wednesday, February 9, 2011

Razão e Sensibilidade

" - Com frequência me vejo cometendo esse tipo de erro - disse Elinor - em total equívoco quanto ao caráter de alguém, num ou noutro ponto, fantasiando que as pessoas são muito mais alegres ou sisudas ou inteligentes ou obtusas do que realmente são. E teria dificuldade em dizer por que e como essa ilusão começou. Às vezes somos guiados pelo que dizemos de nós mesmos e com muita frequência pelo que outras pessoas dizem de nós, sem que paremos para refletir e julgar.
- Mas achava que fosse certo, Elinor - disse Marianne -, ser guiado completamente pela opinião de outras pessoas. Achei que nossos julgamentos nos fossem dados só para sermos subservientes aos de nossos próximos. Esta sempre foi a sua opinião, tenho certeza.
-Não, Marianne, nunca. Minhas opiniões nunca visaram à sujeição da inteligência. Tudo o que sempre tentei influenciar foi o comportamento. Não deve confundir minhas intenções [...]"

Sou os dois.